Imagens mostram como pandemia chegou a comunidades da Amazônia

O fotógrafo Ueslei Marcelino, em parceria com a Reuters, mostra como a pandemia está afetando comunidades remotas na Amazônia, mais precisamente na Ilha de Marajó, no Pará. Nesta imagem, médicos atendem Carmem Silva, 79, Benedita Vieira, 105, e Manuel Ferreira Santos, 96. Os três vivem na comunidade da Galileia. Como não há assistência médica na região, eles dependem das visitas dos médicos que atravessam o rio

Maria Angela, 56, é levada de maca para o barco-ambulância após testar positivo para a covid-19. Ela será levada ao hospital já que não existem condições de tratamento na comunidade Menino de Deus, onde mora

O barco-ambulância é o veículo que transporta os pacientes das comunidades remotas da Amazônia para hospitais em cidades próximas com maior infraestrutura 

Luciendro Costa tem 13 anos e, no momento da foto, sua mãe tinha acabado de testar positivo para a covid-19. Enquanto ele se banhava no rio Acuti Pereira da comunidade Menino de Deus, os trabalhadores da saúde continuavam testando os habitantes do município ribeirinho de Portel, também na ilha de Marajó

Parentes de Andrelina Bezerra da Silva, 49, que morreu de covid-19 a caminho do hospital, carregam o caixão antes do enterro. Eles contam que foram dias de sofrimento e muita falta de ar antes da morte, próxima ao rio Camaraipi, no município de Braves

Amadeu Amaral de 7 anos navega com seu pai ao longo do rio Parauau durante a pandemia de covid-19. Eles estão próximos ao município de Braves

A enfermeira Marília Correa, o secretário da saúde, Nizomar Monteiro e o motorista de barco Ademilton Valente caminham pela ponte que dá acesso à comunidade ribeirinha de Pinheiro, onde vão realizar testes de covid-19 e assistências médicas aos moradores durante a pandemia 

Crianças sentadas na entrada de suas casas na comunidade ribeirinha de Pinheiro, na cidade de Portel, no Pará, enquanto funcionários da saúde realizam testes de coronavírus na comunidade

Maria de Nazaré, 80, está deitada em uma rede enquanto é testada para covid-19 pela enfermeira Marília Correa. Ela é moradora do município de Portel. No Pará, já foram registradas mais de 4 mil mortes
*Estagiário do R7 sob supervisão de Deborah Giannini 

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